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Seminário "Reencontrando a Cidade: conflitos, consensos e contradições"

A Linha de Pesquisa Estudos Urbanos do Curso de Ciências Sociais da UNIRIO convida para o Seminário "Reencontrando a Cidade: conflitos, consensos e contradições", a ser realizado no dia 29 de abril, das 9h às 13h, no Auditório Paulo Freire, Campus 458, Centro de Ciências Humanas (CCH).

 

 


 

Lançamento do livro "Antropologia do Conflito Urbano: Conexões Rio-Barcelona"


13 de abril, quarta-feira, a partir das 18:30h

Local: segundo andar do Al-Farabi, na Rua do Rosário, 30, no centro.

O livro é fruto de um seminário realizado em 2014 pelo Laboratório de Etnografia Metropolitana (LeMetro/IFCS-UFRJ) em parceria com o Observatori d'Antropologia del Conflicte Urbà (OACU/Barcelona), com o objetivo de refletir criticamente sobre as transformações e as experiências urbanas em curso nas duas metrópoles litorâneas, permitindo, entre outros, avaliar melhor os êxitos e os limites do chamado "modelo Barcelona", também evocado como inspiração para os megaeventos no Rio de Janeiro.


 

Colóquio "La cultura popular de les periferias: Memória histórica, luchas urbanas y cambio social en los márgenes de la ciudad neoliberal"

 

Clique para ver o folder do evento (Catalão / Espanhol )

 

Desde el Grup de Treball d’Etnografia dels Espais Públics del Institut Català d’Antropologia (GTEEP-ICA), el Observatori d’Antropologia del Conflicte Urbà (OACU), el Grup de Recerca sobre Exclusió i Control Socials (GRECS) de la Universitat de Barcelona (UB) y con el apoyo del Departament de Cultura de la Generalitat de Catalunya, proponemos unas jornadas de formación, investigación y acción dirigidas a escudriñar los mecanismos y los significados sociales que gobiernan las periferias urbanas, dan fundamento a las prácticas sociales y culturales de sus habitantes y explican sus estrategias de lucha, resistencia y reproducción socio-espacial. El objetivo principal de estas jornadas será determinar la importancia histórica de las prácticas socio-espaciales que se dan en las periferias físicas y simbólicas de aquellas ciudades cada vez más sometidas a las lógicas espaciales de la noliberalización. Para rescatar su “valor patrimonial” y significado social respecto a la ciudad, la apuesta final será cuestionar los mismos modelos de organización socio-espaciales elaborados por determinadas “culturas periféricas” en contraste con una supuesta “cultura central”, así como su “historia” y su función económica y política respecto a un “centro” que, al fin y al cabo, siempre ha sido y será relativo. Confiamos en que la confluencia de intereses y líneas de trabajo existentes entre distintos colectivos, plataformas, asociaciones, etc., y la labor investigadora proveniente de distintas disciplinas, como la antropología, la sociología, la arquitectura, el urbanismo, la geografía, la historia, el arte, las ciencias políticas, etc., harán posible ampliar la participación y el intercambio de experiencias durante este evento.


 

Lançamento do livro "Pensando o Rio: políticas públicas, conflitos urbanos e modos de habitar", organizado por Roberto Kant de Lima, Marco Antonio da Silva Mello e Leticia de Luna Freire

Dia 08/09 às 17:30hs no estande da Imprensa Oficial na Bienal do Livro, no Riocentro.

Primeiro volume da Coleção Pensando o Rio, este livro reúne resultados de investigações realizadas por vários pesquisadores do Instituto de Estudos Comparados de Administração Institucional de Conflitos (InEAC/UFF), em sua maioria também membros do Laboratório de Etnografia Metropolitana (LeMetro/IFCS-UFRJ), no âmbito de um dos eixos temáticos de um projeto desenvolvido, entre 2010 e 2014, sob financiamento da FAPERJ: habitação e urbanização.

 


 

 

O LeMetro e a Irmandade da Devoção Particular do Divino Espirito Santo de Catumbi apresentam:

Clique para baixar o cartaz

Exibição dos filmes documentários:

- Catumbi: história de um bairro

de Mário Palmieri (1972, 10 min.)

- Quando a Rua Vira Casa

de Maria Teresa Porciúncula Moraes (1980, 20 min.)

- Catumbi

de Gabriel Zagury & Douglas Lacerda (2004, 15 min.)

Apresentação: Prof. Marco Antonio da Silva Mello,

Prof. Felipe Berocan Veiga e Gabriel Ferreira Barbosa

(LeMetro/IFCS-UFRJ)

Dia 24 de Maio de 2015, domingo, às 18h

Festa do Divino, após Missa e Coroação das Crianças.

Local: Capela do Divino - Irmandade da Devoção Particular do Divino Espírito Santo de Catumbi

Rua Padre Miguelinho, 53 – Catumbi – RJ

 


 

 

Seminário “O Rio de Janeiro e suas margens: transformações urbanas e grandes projetos viários”

Clique para ver o cartaz

Dia 05 de Maio de 2015, terça-feira, às 14h
Salão Nobre do IFCS-UFRJ - Largo de São Francisco, nº 1 – Centro - RJ Entrada Franca


PROGRAMAÇÃO:

Mesa 1 (14h às 15:30h)
Juliana Oakim (PPGH-UFF, LeMetro/IFCS-UFRJ): Planos urbanísticos e suas intervenções viárias
Maria Laís Pereira da Silva (PPGAU-UFF): Impactos históricos das ações em transporte coletivo e na construção de uma “cultura de remoção”
Gerônimo Leitão (PPGAU-UFF, LeMetro/IFCS-UFRJ): O Plano Piloto da Barra da Tijuca e Baixada de Jacarepaguá: a construção do “Eldorado Urbano”
Fernanda Sanchez (GPDU/PPGAU-UFF, ETTERN/IPPUR-UFRJ): BRTs na Cidade Olímpica: conflitos de mobilidade e traçados contestados
Marco Antonio da Silva Mello (LeMetro/IFCS-UFRJ): O Viaduto da Linha Lilás: no meio do caminho tinha um bairro
Coordenação: Soraya Silveira Simões (IPPUR, LeMetro/IFCS-UFRJ)

Mesa 2 (15:30h às 17hs)
Maíra Machado Martins (LeMetro/IFCS-UFRJ): A Avenida Brasil e suas margens: da indústria às ocupações por moradia
Felipe Berocan Veiga (UFF, LeMetro/IFCS-UFRJ): Praça Onze, Sa ara e Praça Tiradentes: da Avenida Presidente Vargas ao fantasma da Avenida Diagonal
Leticia de Luna Freire (UERJ, LeMetro/IFCS-UFRJ): Efeitos da construção da Ponte Rio - Niterói na configuração social e espacial da Ilha do Fundão e seu entorno
Fabrício Leal de Oliveira (ETTERN/IPPUR-UFRJ): Projetos viários e promoção imobiliária na Barra Olímpica: impactos e resistências na Vila Autódromo
Coordenação: Paulo Thiago de Mello (LeMetro/IFCS-UFRJ)

 


 

 

Oficina Internacional discute trabalho sexual e políticas em Belém do Pará


O GEMPAC – Grupo de Mulheres Prostitutas do Estado do Pará, associação das mais atuantes do Brasil e filiada à Rede Brasileira de Prostitutas, organiza a I Oficina Internacional Trabalho Sexual e Políticas Públicas, nos dias 22 a 24 de janeiro de 2015, em sua sede, na Travessa Padre Prudêncio, 462 esquina com General Gurjão – Bairro Campina. Do programa fazem parte convidados que virão de vários estados do país e de países vizinhos para apresentar e debater políticas públicas e iniciativas diversas que visam o reconhecimento pleno do trabalho sexual e a regulamentação desse amplo universo laboral, além das alegres confraternizações promovidas pelo GEMPAC. Entre os parceiros que viabilizaram essa I Oficina estão o Red Umbrella Fondation, a Plataforma Latinoamericana de Personas que Ejercen el Trabajo Sexual – PLAPERTS, Grupajus e Emaus-PA.

Venham todos ou aguardem, aqui, outras novidades desse grande encontro internacional promovido pelas trabalhadoras sexuais.

PROGRAMAÇÃO :

PROGRAMAÇÃO DE ABERTURA

Dia 22 de janeiro de 2015 – quinta- feira

Local: Sede do GEMPAC

Travessa Padre Prudêncio, 462 esquina com General Gurjão – Bairro Campina

18:30h – 20:30h

Abertura com convidadas(os) especiais do Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Maranhão, Pará e Amapá

PAINEL DECLARACIÓN DE QUITO CON LOS SUENÕS DE GABRIELA

Karina Bravo Neira- Colectivo Flor de Azalea – Equador

Mesa de Derechos Humano y Trabajo Sexual

Plataforma Latino americana de Personas que Ejercen el Trabajo Sexual – PLAPERTS

Representante Regional NSWP

Performance ” A mulher que Ama(va) – Flávio Furtado

20:30 – 22:30h

Red Umbrella Night

Puta Confraternização de 72 anos de Lourdes Barreto

Show Banda Larga.com e aliados

Performances, shows e homenagens

Trajes : em vermelho(alguma peça ou todo) – alie-se a nossa luta por direitos!

Trabalho sexual é Trabalho!

Trabajo sexual! Es Trabajo!

 

PROGRAMAÇÃO OFICINA

Dia 23 de janeiro de 2015 – sexta-feira

Manha 9:00- 12:00h

Apresentação dos(as) participantes, dos objetivos e formato da oficina

9:00 – 10:30h – Workshop: Experiências e Conjuntura sobre Trabalho Sexual e Políticas Públicas na América Latina

Karina Bravo Neira – PLAPERTS

Lourdes Barreto – GEMPAC

Moderador(a) – Leila Barreto

10:30 – 12:30h – Workshop: Experiências e Conjuntura sobre Trabalho Sexual e Políticas Públicas no Brasil

Soraya Simões – Observatório da Prostituição – UFRJ

José do Espírito Santo Dias Junior – UFPA

12:30h -14:00h – Almoço

Tarde 14:00h -18:00h

14:00h – 15:00h Workshop: comunicação e incidência política

Alessandra Cordovil e Sérgia Rachel – CEDECA EMAUS

Leila Barreto – GEMPAC

Moderador José do Espírito Santo Dias Junior – UFPA e ….

15:00h – 18:00 Desenho de estratégias para incidência política Guarda Chuva Vermelho

DIREITOS HUMANOS

TRABALHO

SAÚDE

Ações – Metodologia- aporte financeiros e políticos – aliados

 

Dia 24 de janeiro de 2015

Manhã 09:00h – 11:30h

Agenda futura

I Encontro Mundial de Trabalhadores Sexuais

Ação em Rede Trabalho Sexual e Políticas Pública

12:00h – Almoço de encerramento

 


 

 

Voyage, expérience et mémoire : la santé publique dans les années 1930 au Brésil

 

Neiva Vieira da Cunha, anthropologue, professeur à l'Université d'État de Rio de Janeiro (UERJ) et chercheur au Laboratoire d'Ethnographie Métropolitaine/Le Metro/IFCS-UFRJ

Publication de la thèse : Viagem, Experiência e Memória: Narrativas de profissionais da Saúde Pública dos anos 30

Groupe de Réflexion sur le Brésil Contemporain

Mercredi 21 janvier 2015 à 17h

Salle 1, 190 avenue de France Paris 13e

 



CineCidade

Clique aqui para ver o cartaz

O CineCidade consiste em encontros mensais com a projeção de um filme de curta ou média duração sobre a cidade e questões relativas a ela, seguido de debate fomentado por comentários de um ou mais especialistas ou pesquisadores atuantes nas questões abordadas no filme.

Esta semana será exibido:

Santa Ifigênia e seus pecados (Thiago Mendonça e Selito SD, 2008)


Comentários:
Gabriela Leite (prostituta e escritora, fundadora da ong Davida e da grife Daspu), Augusto Ivan (arquiteto e urbanista, ex-Secretário Municipal de Urbanismo) e Soraya Silveira Simões (professora pesquisadora do LeMetro/IFCS-UFRJ e IPPUR-UFRJ).

05 de dezembro de 2012, às 18:30H
Local: Centro de Arquitetura e Urbanismo.CAU
Rua São Clemente, 117-A - BOTAFOGO

 


 

SCUOLA DI DOTTORATO IN SCIENZE UMANE
Dottorato in Scienze della Formazione e della Comunicazione
Dottorato in Antropologia della Contemporaneità

 

(Clique para abrir o cartaz)

Mercoledì 19 Dicembre 2012 dalle ore 9,30 alle ore 12,30
Edificio U6 – IV piano, AULA MASSA
Piazza dell’Ateneo Nuovo, 1 Milano

 

Prof. FELIPE BEROCAN VEIGA
Universidade Federal Fluminense - UFF
Laboratório de Etnografia Metropolitana - LeMetro
Universidade Federal Rio Janeiro - UFRJ

 

UN POPOLO SOSPETTATO:
STEREOTIPI E ACCUSE CONTRO I GRUPPI ROM
IN TRE METROPOLI BRASILIANE
(UM POVO SOB SUSPEITA: ESTEREÓTIPOS E ACUSAÇÕES CONTRA CIGANOS EM TRÊS
METRÓPOLES BRASILEIRAS)

 

Introducono l’incontro
Prof. Raffaele Mantegazza e Dott.ssa Greta Persico

 

(È prevista la traduzione)


 

 

Seminário “Brasil, brasis” de outubro debate na ABL o tema “Conversa de botequim: bar, boemia e intelectuais”

Conversa de botequim: bar, boemia e intelectuais será o tema do próximo debate do Seminário Brasil, brasis da Academia Brasileira de Letras. A coordenação é do Acadêmico Domício Proença Filho, Primeiro-Secretário da ABL. Os participantes serão o professor Carlos Lessa, o jornalista e doutor em antropologia Pedro Paulo Thiago de Mello, o jornalista Sergio Cabral Santos e o compositor, poeta e produtor musical Hermínio Bello de Carvalho. O evento está programado para o dia 25 de outubro, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., 280 lugares, na sede da ABL, na Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro.

O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem patrocínio do Bradesco.

Carlos Lessa formou-se em Ciências econômicas pela antiga Universidade do Brasil. Recebeu mestrado em análise econômica pelo Conselho Nacional de Economia. Fez doutorado no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp. Foi professor no Instituto Rio Branco do Itamaraty, de cursos da Cepal e Ilpes da ONU, do Instituto para Integração da América Latina, da Universidade do Chile, da Unicamp e da UFRJ , da qual foi Reitor. Serviu como assessor ao ex-presidente do PMDB Ulysses Guimarães e dirigiu a área social do BNDES, o Finsocial. Foi exilado no Chile, no período inicial da ditadura militar. Voltou logo antes do AI-5 e ajudou a fundar o Instituto de Economia da Unicamp. Em 2003, foi convidado pelo presidente Lula para assumir a presidência do BNDES. Torce para o modesto Olaria, time do subúrbio do Rio de Janeiro. Fundou um bloco carnavalesco, o Minerva Assanhada. Tem por hobby colecionar livros (sua coleção é de mais de vinte mil títulos).

Paulo Thiago de Mello é jornalista e doutor em antropologia. Trabalha no jornal O Globo e é pesquisador associado ao Laboratório de Etnografia Metropolitana (LeMetro), do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), da UFRJ. Foi o autor das primeiras edições do guia Rio Botequim e defendeu uma dissertação de mestrado em antropologia sobre o tema. Nos últimos anos escreveu inúmeros artigos abrangendo o tema do botequim, da boemia e da importância desses estabelecimentos para a cidade. Presentemente prepara a transformação de sua dissertação em livro.

Sergio Cabral Santos é carioca de Cascadura, vascaíno, pai de três filhos e avô de 10 netos. Jornalista desde 1957, trabalhou em jornais e revistas do Rio de Janeiro e de São Paulo e em emissoras de televisão. Um dos fundadores do Pasquim, escreve sobre música popular desde 1961 e é autor de dez livros abordando o tema. Foi vereador durante três mandatos consecutivos, sendo eleito depois para o Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, onde se aposentou. Escreveu shows musicais, os mais recentes foram "Sassaricando" e "É com este que eu vou", os dois em parceria com Rosa Maria Araújo. Foi produtor de discos, quando dirigiu a gravação de muitos intérpretes, entre eles, Cartola.

Hermínio Bello de Carvalho é compositor, poeta e produtor musical. Foi um dos responsáveis pelo sucesso de Clementina de Jesus, reunindo-a com o violonista Turíbio dos Santos e fazendo-a estrela do musical “Rosa de Ouro”. Como compositor, fez as letras de muitas músicas, como é o caso de “Noites cariocas” e “Doce de coco”, por exemplo. Na área de produção, à frente da Funarte, criou e implantou projetos como o “Projeto Pixinguinha”, que percorre o país com espetáculos a preços populares. O encontro de Elizeth Cardoso (de quem produziria a maioria dos discos), Jacob do Bandolim e o Zimbo Trio, no Teatro João Caetano, em 1968, leva sua assinatura.


 

SEMINÁRIO CONTESTADO, LEITURAS E SIGNIFICADOS

Rio de Janeiro, 26 e 27 de setembro de 2012

IHGB - Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (Av. Augusto
Severo, Nº 8, 10º andar (Glória).

PROGRAMAÇÃO

26 de SETEMBRO

09:30h - 10:00h SESSÃO DE ABERTURA
Presidente do IHGB Arno Wehling
Presidente do IGHMB Aureliano Moura

10:00h - 10:45h Conferência - Gen. Aureliano Pinto de Moura
“Exército Brasileiro” 100 anos de Insurreição no Contestado

10:45h - 11:00h Intervalo

1ª Sessão

11:00h - 11:40h José Murilo de Carvalho - IHGB
O Contestado e os povos da Primeira República

11:40h - 12:20h Paulo Pinheiro Machado - UFSC
Centenário do movimento do Contestado: Memória, História e Historiografia

12:20h - 12:40h Debates

2ª Sessão

14:30h - 15:10h Ernani Costa Straube - IHGPR
A região do Contestado a vista dos mapas

15:10h - 15:50h Augusto César Zeferino - IHGSC
O acervo documental do IHGSC sobre o Contestado

15:50h - 16:05h Intervalo

16:05h - 16:45h Miguel Frederico Espírito Santo - IHGRGS
O Contestado e o Rio Grande do Sul

16:45h - 17:05h Debates

27 DE SETEMBRO

3ª Sessão
10:00h - 10:40h Guilherme de Andrea Frota - IHGB / IGHMB
O quadro santo e as intervenções estaduais

10:40h - 11:20h Gen. Marcio T. Bettega Bergo - CEPHiMex
Guerra do Contestado: transição de uma era

11:20h - 11:40h Debates

4ª Sessão

14:30h - 15:10h Gunter Axt - UFSC
As memórias do Gen. Vieira do Rosa como fonte para o estudo da Guerra do Contestado

15:10h - 15:50h José Arthur Rios - IHGB
O papel do Messianismo na Guerra do Contestado

15:50h - 16:30h Marco Antonio da Silva Mello – UFRJ
A ideologia da terra e o paradigma do milênio na Guerra Santa do Contestado

16:30h - 16:50h Debates

16:50h Sessão de Encerramento


 

Seminário anual do LEUS – Laboratório de Estudos Urbanos e Socioambientais
Informalidade, Política e Construção da Cidade


Formas híbridas da habitação informal: o caso dos condomínios populares da Avenida Brasil, no Rio de Janeiro.
Maíra Machado Martins

Arquiteta Urbanista - FAU/UFRJ (2004). Mestrado em Urbanisme - Institut d'Urbanisme de Paris (IUP) / Université Paris XII (2005) e doutora em Aménagement de l'Espace et Urbanisme - Institut Français d'Urbanisme (IFU) / Université Paris-Est (2011). Membro associado dos laboratórios LAB'URBA, Université Paris-Est e LeMetro (UFRJ). Professora do curso de Arquitetura e Urbanismo, PUC-RJ

Local: Departamento de Serviço Social da PUC-Rio
Data: 14 de agosto de 2012 (15h-17h)


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As formalidades do mundo "informal"
Alex Ferreira Magalhães

Advogado e doutor em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional, 2010). Exerce a advocacia e consultoria jurídica desde 1991. Tem experiência nas áreas de Direito (ênfase em Direito Urbanístico e Direito Civil), Planejamento Urbano (ênfase em Regularização Fundiária), Ciências Sociais (ênfase em Sociologia Urbana) e Metodologia da Pesquisa. É Professor Adjunto do IPPUR-UFRJ.
Data: 11 de setembro de 2012 (15h-17h)


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Projetos de pacificação: religião, política e redenção no Rio de Janeiro
Carly Machado

Professora de Antropologia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. É professora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFRRJ. Doutora em Ciências Sociais pelo PPCIS - UERJ, com estágio de doutoramento na Universidade de Amsterdam - Holanda. Pós Doutorado na Universidade McMaster - Canadá (2007) e UERJ (2010). Faz parte do Núcleo de Pesquisa CULTIS - Cultura, Identidade e Subjetividade da UFRRJ. Coordena o projeto "Crime e Religião: mediadores sociais mediadores sociais do processo de “pacificação” na Região Metropolitana do Rio de Janeiro", financiado pela FAPERJ.
Data: 9 de outubro de 2012 (15h-17h)


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Mobilizações coletivas no contexto de megaeventos esportivos: o Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas do Rio de Janeiro"
Leticia de Luna Freire

Antropóloga, Pesquisadora do Laboratório de Etnografia Metropolitana (LeMetro/IFCS-UFRJ) e do Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT-InEAC/UFF), Pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFF.
Data: 13 de novembro de 2012 (15h-17h)

 


 

L’URGENCE SOCIALE EN ACTION
ETHNOGRAPHIE DU SAMUSOCIAL DE PARIS
DANIEL CEFAÏ ET EDOUARD GARDELLA

Tous les hivers, à la venue du grand froid, l’attention du public se porte sur les personnes qui vivent et qui meurent dans la rue. C’est tous les ans l’occasion de témoignages sur les« maraudes » qui les prennent en charge. Pourtant, le Samusocial de Paris est à l’oeuvre toute l’année, jour et nuit.

Ce livre en décrit les dispositifs d’intervention. Les deux auteurs suivent le travail deséquipes mobiles - un chauffeur, un infirmier et un travailleur social - qui sillonnent la capitale en camion et prodiguent attention, écoute et soin aux sans-abri. Ils accompagnent les activités de la plate-forme téléphonique du 115, de l’équipe psychiatrique, des accueils de jour, des centres d’hébergement d’urgence et des services de lits infirmiers. Jamais n’avaient été ainsi décrites les activités des métiers du domaine sanitaire et social. Cette « ethnographie morale» du don de care et de reconnaissance met en lumière les trésors de dévouement, de patience et de sollicitude dans les interactions entre professionnels et patients-usagers, mais aussi les tensions qui traversent cette relation d’assistance.

Au-delà du travail proprement ethnographique, ce livre retrace la constitution du problème public de la « grande exclusion » au début des années 1990 et restitue les péripéties qui ont scandé la transformation de la question SDF depuis la mobilisation des Enfants de Don Quichotte de 2006.


Daniel Cefaï est directeur d’études à l’Ecole des hautes études en sciences sociales. Il est notamment l’auteur de L’Enquête de terrain (La Découverte, 2003) et de Pourquoi se mobilise-t-on ? Théories de l’action collective (La Découverte, 2007).

Édouard Gardella, membre de la revue Tracés, est doctorant à l’Institut des sciences sociales du politique (École normale supérieure de Cachan) et à l’École des hautes études en sciences sociales

TABLE DES MATIERES
REMERCIEMENTS
CARTES
INTRODUCTION
La perplexité initiale : pourquoi le refus de soin et d’hébergement ?
Une organisation vue d’en bas : du 115 à la prise en charge
Le corps à corps des maraudeurs et des sans-abri
Le « code du maraudeur » : une grammaire du travail de rue
S’engager dans la maraude : nouveaux métiers du public
Enquête, morale et politique

L’urgence sociale : définition et traitement d’un problème public - Ni justification ni dénonciation :
une perspective décalée - Entre ethnographie morale et ethnographie politique - Politique du soin
ou politique de la compassion ?

1. LE DISPOSITIF DE LA REGULATION A IVRY-SUR-SEINE
L’urgence sociale : généalogie d’un problème public
La maraude, les « grands exclus » et le « syndrome de désocialisation » - Une perspective médicale,
sanitaire, psychiatrique - La croissance d’une organisation et la multiplication de ses dispositifs -
Le Samusocial sur la carte de l’assistance sociale à Paris
Le travail de la régulation : l’équité en action
Évaluer et orienter : « dispatching », filtrage et triage du flux d’appels - Attribuer un hébergement :
inconditionnalité, pénurie, priorités - Les signalements au 115 : les ambivalences de la solidarité -
Assurer la continuité institutionnelle : le dispositif sociotechnique Aloha
S’équiper, communiquer et coopérer
Le briefing : attirer l’attention sur des cas problématiques - Se coordonner, s’informer et discuter -
Le départ en maraude : s’équiper pour la nuit - La circulation des écritures : remplir et transmettre
des formulaires

2. L ’EXPERIENCE DES CORPS ET DES LIEUX
Un art de dénicher les lieux de vie
Repérer : une gymnastique oculaire - Habiter la rue : les lieux de vie - Qui est qui ? Qui est où ?
Mutualiser les informations - Collectifs : prière d’éviter - Savoirs et expédients : l’écologie de la survie

Le travail des sens
Déchiffrer le sens des apparences - L’odorat : sentir et ressentir - Serrer la main et toucher le corps -
Tact et contact : communication, exploration et contamination - Troubles de l’interaction : atmosphères,
spatialités et temporalités

3. ÉPREUVES AFFECTIVES ET SENTIMENTS MORAUX
Les formes de l’attention
Scènes et coulisses - Tact et sympathie : moyen ou fin ? - Les horizons temporels de l’attention :
variations affectives - Amitiés de rue et visiteurs du pauvre : l’entraide non déclarée - Un analyseur
de la bonne conduite : mésaventure avec les médias
La sollicitude à l’épreuve
Que faire ? - L’exercice du jugement : à qui donner ? - Les erreurs de catégorie et d’interaction -
Situations difficiles : le refus d’hébergement - Entre le désir d’aider et le respect de la procédure
Conclusion intermédiaire : une moralité coordonnée dans le travail de l’équipe mobile

4. LA MORALITE EN ACTES : LE CODE DU MARAUDEUR
Les cinq piliers de l’activité des maraudeurs
« On y va ou on n’y va pas ? » Reconnaître et catégoriser en situation - Approcher sans offenser, ni
déranger, ni effrayer - Faire dire sans soutirer - Proposer sans imposer - Servir sans s’asservir - Quitter
sans délaisser
« Être présent » : engager une relation de pure sociabilité
Un cadre de sociabilité - S’accroupir, offrir de la nourriture, fumer une cigarette - « Ça va ? » Se rendre
disponible, conjurer l’embarras - Prendre et donner des nouvelles de connaissances - Parler la même
langue, « être du même monde »
« Persuader » et « raccrocher » : la rhétorique des mots et des gestes
La « négociation » : une transaction à court et long terme - Argumenter : le travail de persuasion -
Apprivoiser : habituer et impliquer - Responsabiliser : le moment pédagogique - « Au cas où » : un travail
de Sisyphe

5. MICROPOLITIQUE DU TRAVAIL DE RUE
« Se soucier des autres » : de la rue à l’institution
Donner de l’attention, avoir des égards, prendre soin - Écouter, apaiser, consoler, persévérer -
Au-delà du secours matériel, un exercice de moralité - Confiance : le degré zéro de la reconnaissance -
Autonomie et dépendance : du face à face au soutien institutionnel
Composer entre quatre grammaires d’activité et d’interaction
Visibilité et accessibilité dans l’espace public - Créer un havre de rencontre interpersonnelle - Contenir
les interférences de tiers : les intrus - Le renversement de la relation au guichet
Conclusion intermédiaire : une moralité distribuée sur le dispositif de veille sociale

6. AUTOUR DE LA MARAUDE : LES DISPOSITIFS DE SOIN, D’HEBERGEMENT ET D’ACCOMPAGNEMENT
Le cas Malvoit : de l’ingéniosité et de la persévérance dans la coordination
Yves Garel : un centre d’hébergement d’urgence
L’arrivée au bercail : seuils et transitions - Le hall : un lieu de sociabilité intense - Le bureau du
coordinateur : la salle des opérations - Le dîner et le coucher - Les plaintes des agents et des usagers

La Maison dans le jardin : l’accueil de jour de Saint-Michel
Un accueil souple, mais réglé, ouvert à une pluralité d’usages - Tensions et éloignements - Les « outils
d’apprivoisement » des grands exclus - « Retrouver ses repères » : jardinage, bricolage, cuisine,
hygiène, droits - La réinsertion ? « Savoir rester modeste »

Les lits halte soins santé : les soins infirmiers au centre Ridder
Un centre de lits infirmiers - La tournée des chambres - Soigner sans s’obstiner à guérir - Une prise en
charge continue, globale et transversale - Coordination des équipes et paradoxes de la prise en charge

Esquirol : le Réseau Souffrances et précarité
Le travail de rue de l’équipe psy - De la difficulté d’une évaluation psychiatrique dans la rue -
Les articulations entre les équipes du Samusocial et le « Réseau » - La place du « Réseau » dans
les prises en charge - Fonder son intervention sur les liens existants entre le partenaire et l’usager

CONCLUSION
Le « travail de l’engagement » : les dilemmes d’« aller à la rencontre »
Parer au plus pressé ou penser au futur - Veiller avec sollicitude et montrer du professionnalisme -
Favoriser l’autonomie ou recréer une dépendance - « Il va bien ou il fait semblant ? »

Confrontation avec des philosophies et des sociologies morales
Reconnaissance, dignité et respect - « Bienfaits et méfaits de la proximité » dans le travail de rue -
« Le souci des autres » : éthiques et politiques du care - « Aider les pauvres » : l’esprit du don

L’entrelacs des grammaires d’activité : l’architecture normative de la maraude
Lois, règlements et conventions - Protocoles et procédures - Usages et habitudes
Nouvelles épreuves de l’action publique : coordination, charte et professionnalisation
Articuler agendas et territoires - S’entendre sur les bonnes pratiques : la charte - Urgentiste social :
un métier ?

Lieux et moments de réflexivité : apprentissages, interrogations et contestations
« Les mains dans le cambouis » - Délibérations et consultations - La grève du printemps 2010
Les transformations d’une arène publique : l’urgence sociale en question ?
Le détonateur : les tentes du canal Saint-Martin - Recomposition de l’espace des organisations
et des revendications - « Logement d’abord » : un nouveau foyer de l’action publique -
Quel avenir pour l’urgence sociale

 


 

As favelas cariocas e seu lugar na cidade. Aproximações ao debate.

(Conjunto de três cursos. Início em 05 de abril de 2011)

Professores: Luiz Antonio Machado da Silva, Márcia da Silva Pereira Leite, Marco Antonio da Silva Mello (Apoio de infra-estrutura: LeMetro/IFCS-UFRJ)

1. Justificativa e concepção geral

Uma variedade de fenômenos, naturais e sociais, mais ou menos estruturais, mais ou menos superficiais e contingentes – que não precisam ser elencados, pois são todos de conhecimento muito generalizado – tem convergido para fazer retornar ao centro do debate público o lugar das favelas na cidade do Rio de Janeiro. Este é um tópico de grande relevância teórica e prática, uma vez que os termos e a direção do debate afetam decisivamente a sociabilidade carioca atual e constituem o desdobramento de uma problemática secular.

Devido à diversidade de interesses e perspectivas envolvidas, os professores propõem conjugar três abordagens, pensadas como módulos independentes e propostas adiante na forma de três disciplinas optativas que não obrigam os alunos a inscreverem-se em todas elas. Duas destas disciplinas serão oferecidas em nível de pós-graduação e uma em nível de graduação. As duas disciplinas de pós-graduação (mestrado e doutorado) constarão da grade curricular regular de quatro programas, como optativas: o PPGSA/UFRJ, o PPCIS/UERJ, o PPGA/ICHF-UFF e o programa de sociologia sucessor do Iuperj, recentemente implantado na UERJ. A disciplina a ser oferecida em nível de graduação constará como disciplina eletiva (com requisito a ser definido por cada curso) pelos cursos de graduação em ciências sociais da UFRJ e da UERJ, e da graduação em antropologia da UFF. As três disciplinas serão ministradas nas dependências do IFCS/UFRJ, contemplando-se a possibilidade de entre dois ou três seminários serem realizados na UERJ, segundo a disponibilidade de sala (e/ou, quando for o caso, equipamento) adequado.

2. As disciplinas em nível de pós-graduação

a) A FAVELA POR FAVELADOS (terça-feira, das 09:00 às 13:00hs)
Organização. O curso constará de um conjunto de seminários conduzidos por diferentes palestrantes, sempre com a presença dos professores responsáveis. Serão convidados 15 intelectuais moradores de favela para discorrer sobre um ou mais dos assuntos adiante indicados. (A lista de convidados encontra-se em processo de confirmação e distribuição de datas.) A escolha dos temas pelos expositores será livre. Isso significa que a) eles não serão convocados como “especialistas”, ainda que desenvolvam uma prática pública ligada a algum aspecto específico da dinâmica das favelas; b) cada expositor poderá selecionar mais de um tópico; c) é possível que nem todos os assuntos propostos pelos professores sejam efetivamente tratados nos seminários. A opção por esse modelo de organização dos seminários tem a intenção de garantir ampla margem de liberdade nas exposições, conservando a coerência de um argumento com alguma linearidade e, ao mesmo tempo, proporcionar uma primeira sondagem, embora reconhecidamente arbitrária, dos interesses cognitivos dominantes entre intelectuais moradores de favelas.

Em princípio, os temas oferecidos à escolha dos palestrantes serão os seguintes:

• Favelas e movimentos sociais
• Favelas e questão habitacional
• Favelas e movimentos musicais
• Favelas e religião
• Favelas são comunidades? Bairros? Localidades heterogêneas?
• Favelas, tráfico de drogas e segurança pública
• Favelas e segregação socioterritorial
• Favelas e informalidade econômica
• Favelas e políticas públicas
• Favelas têm uma cultura própria?

Avaliação. Além da frequência aos seminários, o desempenho dos alunos será avaliado pela apresentação de um trabalho final (mínimo de dez laudas e máximo de vinte), que necessariamente constará da análise de uma ou mais palestras, com base na pequena bibliografia indicada a seguir, que será considerada a bibliografia mínima requerida. (Os palestrantes e professores estarão à disposição para indicar outros títulos pertinentes ao argumento que o(a) aluno(a) pretende desenvolver.)

Bibliografia Requerida
Justiça Global (org.). Segurança, tráfico e milícias no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Fundação Henrich Böll, 2008.
Gonçalves, Rafael Soares. Les favelas de Rio de Janeiro – histoire et droit, XIXe et XXe siècles. Paris: l’Harmatan, 2010.
Leeds, Anthony e Leeds, Elizabeth. A sociologia do Brasil urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.
Machado da Silva, Luiz Antonio. “A política na favela”, Cadernos Brasileiros, Ano IX, nº 41, maio/junho de 1967, pp. 35-47.
_____ . “A continuidade do ‘problema da favela’”. In Oliveira, Lúcia Lippi (org.): Cidade: história e desafios, Rio de Janeiro: Editora FGV/CNPq, 2002, pp.220-237.
_____ (org.). Vida sob cerco – violência e rotina nas favelas do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/Faperj, 2008.
Medina, Carlos Alberto de. A favela e o demagogo. Coleção Leituras do Povo nº 3. São Paulo: Livraria Martins, 1964.
Pandolfi, Dulce e Grynspan, Mario. Fala favela: depoimentos ao CPDOC. Rio de Janeiro: FGV, 2002.
Pereira da Silva, Maria Laís. Favelas Cariocas – 1930-1964. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005.
Perlman, Janice. O mito da marginalidade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
_____ . Favela – four decades of living on the edge in Rio de Janeiro. New York: Oxford University Press, 2010.
Rios, José Arthur (coord.). “Aspectos humanos da favela carioca – estudo sócio-econômico elaborado por SAGMACS”. Suplemento especial I e II. O Estado de São Paulo, São Paulo, 13 e 15/04/1960.
Santos, Carlos Nelson Ferreira dos. Movimentos urbanos no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1981.
Sousa e Silva, Jailson de e Barbosa, Jorge Luiz. Favela – alegria e dor na cidade. Rio de Janeiro: Editora SENAC/Rio, 2005.
Valladares, Lícia do Prado. A invenção da favela. Rio de Janeiro: FGV, 2005.
_____ . Passa-se uma casa. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
Zaluar, Alba. A máquina e a revolta. São Paulo: Brasiliense, 1985.
Zaluar, Alba e Alvito, Marcos (orgs.). Um século de favela. Rio de Janeiro: FGV, 1998.

b) A FAVELA POR PESQUISADORES (quinta-feira, das 09:00 às 13:00hs)
Organização. O curso constará de um conjunto de seminários conduzidos por diferentes palestrantes, com a presença dos professores responsáveis. A partir do conhecimento pessoal dos professores, serão convidados 15 pesquisadores com relevante contribuição acadêmica sobre o tema das favelas cariocas, para discorrer sobre um ou mais dos assuntos adiante indicados. (A lista de convidados encontra-se em processo de confirmação e distribuição de datas.) A escolha dos temas pelos expositores será livre. Isso significa que a) eles não serão convocados como “especialistas”, ainda que suas investigações eventualmente se concentrem em algum aspecto específico; b) cada expositor poderá selecionar mais de um tópico; c) é possível que nem todos os assuntos propostos pelos professores sejam efetivamente tratados nos seminários. A opção por esse modelo de organização dos seminários tem a intenção de garantir ampla margem de liberdade nas exposições, preservando a coerência de um argumento com alguma linearidade e, ao mesmo tempo, proporcionar uma primeira sondagem, embora reconhecidamente arbitrária, dos interesses cognitivos dominantes a respeito das favelas cariocas no mundo acadêmico.

Os temas oferecidos à escolha dos palestrantes serão os seguintes:
• Favelas e movimentos sociais
• Favelas e questão habitacional
• Favelas e movimentos musicais
• Favelas são comunidades?
• Favelas, tráfico de drogas e segurança pública
• Favelas e religião
• Favelas e segregação socioterritorial
• Favelas e informalidade
• Favelas e políticas públicas
• Favelas têm uma cultura própria?

Avaliação. Além da frequência aos seminários, o desempenho dos alunos será avaliado pela apresentação de um trabalho final (mínimo de dez laudas e máximo de vinte), que necessariamente constará da análise de uma ou mais palestras, com base na pequena bibliografia indicada a seguir, que será considerada a bibliografia mínima requerida. (Os palestrantes e professores estarão à disposição para indicar outros títulos pertinentes ao argumento que o(a) aluno(a) pretende desenvolver.)

Bibliografia Requerida

Justiça Global (org.). Segurança, tráfico e milícias no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Fundação Henrich Böll, 2008.
Gonçalves, Rafael Soares. Les favelas de Rio de Janeiro – histoire et droit, XIXe et XXe siècles. Paris: l’Harmatan, 2010.
Leeds, Anthony e Leeds, Elizabeth. A sociologia do Brasil urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.
Machado da Silva, Luiz Antonio. “A política na favela”, Cadernos Brasileiros, Ano IX, nº 41, maio/junho de 1967, pp. 35-47.
_____ . “A continuidade do ‘problema da favela’”. In Oliveira, Lúcia Lippi (org.): Cidade: história e desafios, Rio de Janeiro: Editora FGV/CNPq, 2002, pp.220-237.
_____ (org.). Vida sob cerco – violência e rotina nas favelas do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/Faperj, 2008.
Medina, Carlos Alberto de. A favela e o demagogo. Coleção Leituras do Povo nº 3. São Paulo: Livraria Martins, 1964.
Pandolfi, Dulce e Grynspan, Mario. Fala favela: depoimentos ao CPDOC. Rio de Janeiro: FGV, 2002.
Pereira da Silva, Maria Laís. Favelas Cariocas – 1930-1964. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005.
Perlman, Janice. O mito da marginalidade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
_____ . Favela – four decades of living on the edge in Rio de Janeiro. New York: Oxford University Press, 2010.
Rios, José Arthur (coord.). “Aspectos humanos da favela carioca – estudo sócio-econômico elaborado por SAGMACS”. Suplemento especial I e II. O Estado de São Paulo, São Paulo, 13 e 15/04/1960.
Santos, Carlos Nelson Ferreira dos. Movimentos urbanos no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1981.
Sousa e Silva, Jailson de e Barbosa, Jorge Luiz. Favela – alegria e dor na cidade. Rio de Janeiro: Editora SENAC/Rio, 2005.
Valladares, Lícia do Prado. A invenção da favela. Rio de Janeiro: FGV, 2005.
_____ . Passa-se uma casa. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
Zaluar, Alba. A máquina e a revolta. São Paulo: Brasiliense, 1985.
Zaluar, Alba e Alvito, Marcos (orgs.). Um século de favela. Rio de Janeiro: FGV, 1998.

3. A disciplina em nível de graduação

c) A FAVELA FILMADA E CANTADA (quarta-feira, das 14:00 às 18:00 hs)

Organização. Serão selecionados 10 filmes, entre longa-metragens e documentários, intercalados com 5 sessões sobre músicas com temas que tratam da vida nas favelas.
No caso dos filmes, ao lado da qualidade intrínseca e eventual sucesso de público, o critério básico de escolha será a disponibilidade dos respectivos diretores para realizar pequena palestra e responder a questões após a exibição de seus filmes. As exposições dos diretores serão acompanhadas de breve comentário crítico de um pesquisador ou outro intelectual. Estas intervenções não deverão exceder 20 minutos de duração cada uma. No caso das seleções musicais, serão convidados cinco intelectuais (compositores ou não) ligados a diferentes estilos, que se encarregarão da escolha do repertório. Será sempre solicitada uma análise do significado cultural atribuído pelos convidados às composições escolhidas. (A lista de convidados encontra-se em processo de confirmação e distribuição de datas.)

Avaliação. Além da frequência às exibições/palestras, os alunos deverão apresentar duas resenhas comentadas, de livre escolha, de filme ou documentário exibido durante o curso (a nota final corresponderá à média aritmética).

Bibliografia (oportunamente, serão incluídas outras indicações).
Justiça Global (org.). Segurança, tráfico e milícias no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Fundação Henrich Böll, 2008.
Machado da Silva, Luiz Antonio. “A continuidade do ‘problema da favela’”. In Oliveira, Lúcia Lippi (org.): Cidade: história e desafios, Rio de Janeiro: Editora FGV/CNPq, 2002, pp.220-237.
Rios, José Arthur (coord.). “Aspectos humanos da favela carioca – estudo sócio-econômico elaborado por SAGMACS”. Suplemento especial I e II. O Estado de São Paulo, São Paulo, 13 e 15/04/1960.
Valladares, Lícia do Prado. A invenção da favela. Rio de Janeiro: FGV, 2005.

 

 

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